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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Convenções partidárias da oposição oficializam apoio a Flávio Dino

Convenção estadual do PROS, ocorrido na cidade de Bacabal

Por Hugo Freitas

Neste fim de semana, no município de Bacabal, o Partido Republicano da Ordem Social (PROS) reafirmou o apoio à pré-candidatura de Flávio Dino (PCdoB) ao Governo do Maranhão.

O presidente estadual da legenda e deputado federal, Zé Vieira enalteceu o nome de Flávio e criticou a atual gestão estadual pela ausência de ações na área da saúde em Bacabal.

"Flávio Dino vai governar para todos, governar para dar mais qualidade de vida para os maranhenses e diminuir as desigualdades”, declarou Zé Vieira, que é ex-membro do famigerado "grupo Sarney".

O encontro oficializou o nome de três deputados federais e um estadual que disputarão o processo eleitoral de outubro, reunindo lideranças políticas, dirigentes de partidos e representantes das outras oito legendas do campo oposicionista que declararam apoio à pré-candidatura de Dino (PCdoB, PSDB, PDT, PSB, PTC, PPS, PP e Solidariedade).

O Partido Progressista (PP) foi o primeiro do "chapão oposicionista" liderado pelos comunistas maranhenses a realizar sua convenção e oficializar apoio a Flávio Dino.

Além disso, em ato realizado na capital maranhense, o PP definiu os nomes de 23 candidatos a deputados estaduais e três federais para as eleições de outubro, entre eles o de Waldir Maranhão, presidente estadual do partido e candidato à reeleição.

Outro partido a reafirmar o compromisso com o consórcio dinista foi o Solidariedade (SD), durante convenção estadual realizada no município de Pedreiras.

PDT foi a última legenda a ingressar no chapão comunista

Após diversas negociações com outras legendas do campo governista, inclusive com o PMDB de Lobão Filho, o PDT foi "o último dos moicanos" a cerrar fileira na oposição dinista, durante ato político na sede do partido, em São Luís, que contou com a presença do presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, e do presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo.

Já o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) realizou, neste domingo (22), seu ato partidário na cidade de Imperatriz, forte reduto do tucanato maranhense, onde também reafirmou o apoio a Dino e oficializou as candidaturas a deputados estaduais e federais.

No entanto, alguns fatos políticos ocorridos durante a Convenção estadual dos tucanos requerem um olhar esmiuçado do titular do blog.

Assunto para um próximo post. Aguarde!

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

As Perdas Políticas do PDT no Maranhão

Em evento com Carlos Lupi, presidente nacional da legenda trabalhista, PDT oficializou apoio a Flávio Dino (PCdoB)

Por Hugo Freitas

A sucursal do Partido Democrática Trabalhista (PDT) no Maranhão foi, até agora, a legenda que acumulou as maiores perdas no jogo político estadual.

Antes cotadíssimo para assumir a vaga de vice-governador na chapa do candidato Flávio Dino ao Palácio dos Leões, o PDT teve de engolir a quebra de acordo do PCdoB para consigo, que entregou a vaga de vice ao PSDB de Carlos Brandão e cia.

Além de ter ficado sem a disputada vaga, o PDT também ficou sem a candidatura própria ao Governo do Maranhão, confirmando assim o "blefe" dos caciques do partido, que viam no médico Hilton Gonçalo aquele que iria preencher a lacuna deixada por Eliziane Gama (PPS) em torno de uma "terceira via" nestas eleições (entenda aqui), em oposição à engessada e carcomida dicotomia "sarneysistas versus antissarneysistas", atualizada na disputa entre Lobão Filho (PMDB) e Flávio Dino (PCdoB).

Agora, restou ao partido de Leonel Brizola e Jackson Lago correr atrás das (também "prometidas") possíveis suplências de senador, coisa que só se concretizará em caso de vitória de Roberto Rocha (PSB), o candidato único ao Senado Federal pelo campo da oposição dinista, já que o ex-prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB) teve seu nome vetado pela Executiva Estadual do tucanato maranhense para essa disputa.

Assim, o partido com a maior militância do Maranhão deixou de ser protagonista no processo eleitoral para ser mais um coadjuvante na campanha do candidato comunista, ao passo que terá que lutar, com foice e martelo, para que as secretarias, as bases eleitorais e os privilégios prometidos hoje sejam, de fato, garantidos amanhã.

Eis uma "humilhante" tarefa para um partido que preferiu se apequenar ao ter que demonstrar novamente sua grandeza no jogo político maranhense.

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

"PDT NÃO CUMPRIU ACORDO", diz HILTON GONÇALO

"O partido me prometeu a legenda e isto não ocorreu", afirmou o ex-prefeito de Santa Rita

O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Hilton Gonçalo (PDT), revelou neste fim de semana que aguarda a convenção estadual do seu partido para que seja anunciado o rumo oficial da legenda nesta eleição.

O ex-prefeito de Santa Rita fez questão de lembrar do acordo celebrado entre a direção estadual e ele: “O partido me prometeu a legenda, caso não indicasse a vaga de vice-governador; isto não ocorreu e o acordo não foi cumprido”.

Hilton lembra que o PDT foi protagonista nas últimas três eleições para governador e, após 12 anos, ficará de fora da disputa majoritária sem indicar sequer o candidato vice-governador, como foi prometido pelo grupo oposicionista ainda em 2012.

“O PDT está perdendo espaço na política maranhense, perdemos a Prefeitura de São Luís e agora não teremos mais nem representatividade majoritária. Lamento profundamente que o legado e a memória de Jackson Lago não estejam sendo respeitados”, declarou.

Ele ainda falou que a preocupação maior dentro de seu partido é com os interesses pessoais e eleitoreiros. “Percebo que preferem priorizar as eleições dos seus deputados à eleição majoritária”, completou.

O médico e empresário diz que não pretende se envolver na disputa para governador e senador do Maranhão, mas apoiará diversos candidatos a deputado estadual e federal. Na semana passada, ele esteve reunido com os médicos Yglésio Moyses (PT) e Igor Lago (PPS), e aproveitou para anunciar que os apoiará na disputa proporcional, porém este leque de apoios ainda é muito maior.

Sobre seu futuro no PDT, Hilton Gonçalo anuncia que passará por um momento de reflexão e, logo após as eleições, deve definir seu futuro.

Em 2013, o ex-prefeito de Santa Rita recebeu convites de diversos partidos para se filiar, entre eles: PV, PP, PR, PRP, PSDC, PPL e outros.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

PDT VAI DE FLÁVIO DINO NO MARANHÃO

Carlos Lupi teve de engolir a quebra de acordo do PCdoB do próprio Flávio

Por Hugo Freitas

Agora é oficial! O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, anunciou na noite desta terça-feira (10), em Brasília, que a legenda trabalhista irá apoiar a candidatura de Flávio Dino (PCdoB) ao governo do Maranhão.

Após inúmeras negociações, inclusive com o PMDB do senador Lobão Filho, que ofereceu aos trabalhistas a vaga de vice em sua chapa governista, Lupi optou por seguir o desejo da maioria dos "figurões" pedetistas maranhenses que foram à capital federal solicitar a permanência do partido no campo oposicionista.

Com essa decisão, encerra-se a discussão sobre o lançamento de uma candidatura própria do PDT ao governo do Estado, que tinha no médico e empresário Hilton Gonçalo a tentativa de concretização de uma "via alternativa" que quebrasse a polarização entre Flávio Dino e Lobão Filho.

Pelo visto, Lupi foi pressionado pelos caciques da sucursal pedetista no Maranhão a engolir a quebra de acordo do PCdoB de Flávio, que não honrou o compromisso assumido em 2012 com os trabalhistas quando deu a vaga de vice, em maio passado, ao PSDB de João Castelo e Carlos Brandão.

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Semana decisiva para PSDB e PDT no Maranhão

Flávio Dino e João Castelo, aliados que se "bicam" na questão Senado (Imagem: Internet)

Faltando um dia para o início oficial do período em que os partidos políticos já podem realizar as convenções que homologarão seus destinos nas eleições deste ano, pelo menos duas legendas da oposição, o PSDB e o PDT, ainda dependem de debates internos para definir rumos eleitorais.

Nos dois casos, reuniões marcadas para acontecer amanhã [terça-feira] devem encerrar debates internos que se estendem há meses e impedem a oficialização de alianças sobre as quais membros das duas siglas não podem ainda falar abertamente.

No caso do PSDB, a Executiva Nacional, através do senador Aécio Neves, presidente do partido, já autorizou a adesão à coalizão comandada pelo pré-candidato do PCdoB ao Governo do Estado, Flávio Dino.

Pelo acordo, o deputado federal Carlos Brandão, presidente estadual da legenda, será o candidato a vice-governador da chapa. O problema é o desejo do ex-prefeito de São Luís, João Castelo, de disputar a eleição como candidato a senador. Ele lidera todas as pesquisas de intenções de votos nas quais é incluído.

Para alguns tucanos, como a oposição já havia fechado questão em torno da pré-candidatura do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) ao Senado, e o PSDB exigia apenas a vaga de vice, dar a Castelo o direito de candidatar-se a senador seria romper um acordo.

“Temos um acordo de que a vaga de vice fica com o PSDB. Quando há um membro do partido que quer sair candidato ao Senado, se for confirmado, há uma quebra no acordo e acredito que o PSDB não ficará na chapa”, analisou o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, em entrevista a O Estado no fim da semana passada.

Aparentemente isolado no PSDB – no qual tem contado apenas com o apoio da filha, a deputada estadual Gardênia Castelo, e do também deputado estadual Neto Evangelista -, Castelo tem, contudo, reafirmado o quanto pode o desejo de candidatar-se.

Para ele, o acordo com o PCdoB limitou-se ao apoio à pré-candidatura de Flávio Dino. “O PSDB já tomou as suas decisões. Ele resolveu fazer um acordo com o candidato a governador Flávio Dino para o Governo. Inclusive aceitou a sugestão de Flávio Dino para colocar o vice. Agora, a candidatura de senador é outra majoritária, que cada partido pode ter. O PSDB tem um candidato e eu confirmei essa pré-candidatura num grande encontro do PSDB em Imperatriz, com a presença de vários companheiros, inclusive do Flávio Dino”, disse, em recente entrevista à TV Guará.

Na reunião de amanhã, há expectativa de que uma decisão final seja tomada sobre o impasse e os tucanos já saiam com a definição de uma data para a convenção estadual, que provavelmente ocorrerá em Imperatriz.

Decisão – Entres os pedetistas, a expectativa é de que a decisão final sobre de que lado estará o partido em outubro, seja tomada também amanhã. O PDT ainda é contabilizado entre os membros da coalizão dinista formada para o pleito deste ano, mas o PMDB tem mantido contatos intensos com o presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, tentando uma composição.

A vaga de vice-governador na chapa do pré-candidato peemedebista, senador Edison Lobão Filho, já foi oferecida, mas um posicionamento oficial só sai com o aval de Lupi, único autorizado a falar sobre a estratégia pedetista para a disputa no Maranhão.

“A Executiva Nacional se reunirá para definir o rumo do partido. Dessa reunião, sairemos também já com a data da convenção”, afirmou o secretário-geral do partido, deputado federal Weverton Rocha.

Fonte: Jornal O Estado do Maranhão

Comentário do blog: Muito se especula que Castelo será mesmo candidato a deputado federal, a fim de manter a aliança com o PCdoB em torno do nome de Flávio Dino ao governo e Roberto Rocha (PSB) ao Senado.

Contudo, em se tratando de um ex-prefeito tucano que perdeu a cadeira do Executivo municipal justamente para o candidato apoiado pelo comunista e pelo socialista, a meu ver a "questão Senado" aparece como uma oportunidade para Castelo dar o "troco" (entenda aqui).

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O Desejo de Mais de Um Milhão de Maranhenses

Hilton Gonçalo (PDT) é o único que pode quebrar a polarização entre Flávio Dino (PCdoB) e Lobão Filho (PMDB)

Em todas as pesquisas que medem a intenção de votos dos maranhenses é possível perceber o seguinte fato: mais de um milhão de eleitores desejam uma candidatura alternativa aos dois modelos que tentam polarizar a disputa.

Isso representa inicialmente cerca de 20% de todos os votantes no Maranhão, os quais não aguentam mais os modelos que se revezam no poder e nem querem aderir ao ultrarradicalismo de candidatos da "ultra-esquerda".

No Maranhão quem traz essa esperança é Hilton Gonçalo, pré-candidato ao governo pelo PDT. Ex-prefeito de Santa Rita, muito bem avaliado e com experiência administrativa (confira aqui), o médico e empresário ainda se mantém na expectativa de disputar a eleição, esperando somente uma decisão da direção nacional do seu partido.

Duvida-se da viabilidade da candidatura de Hilton, mas os números provam exatamente o contrário (entenda aqui). É baseado nesse percentual de esperançosos por novos nomes e novas formas de fazer política que a candidatura alternativa ganha sua chance e, sem sombra de dúvidas, a sua necessidade.

O pedetista, que vem de dois mandatos como prefeito de Santa Rita, já mostrou que sabe fazer. Melhorou todos os índices sociais da cidade. Aumentou o IDEB (avaliação da educação) para 5, chegou a zerar o número de homicídios na cidade, eliminou as casas de palha no município, urbanizou áreas quilombolas, dentre outras ações que o respaldaram com experiência político-administrativa.

Hilton Gonçalo tem sua viabilidade garantida, tanto que segundo os estatísticos existe a possibilidade dele chegar ao segundo turno, uma vez que a candidatura de Lobão Filho (PMDB) alcança elevados índices de rejeição. Além disso, o pedetista tem a simpatia de diversos setores da sociedade maranhense que não votam em Flávio Dino (PCdoB).

Se o PDT quiser e acreditar, pode voltar a ser protagonista na política maranhense. A "Via Alternativa" tem espaço!

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A Força de Trabalho de Hilton Gonçalo no Maranhão

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

A Força de Trabalho de Hilton Gonçalo no Maranhão

Ex-prefeito de Santa Rita reduziu o déficit habitacional em mais de 80%

Segundo dados divulgados pelo Ministério das Cidades, após realização de uma pesquisa para identificar o Déficit Habitacional Municipal no Brasil da Fundação João Pinheiro, foi apontado que no Maranhão existe o pior déficit habitacional relativo do país (27,3%) - aquele que compara o déficit habitacional ao total de domicílios do local analisado.

Porém o pré-candidato ao governo do estado, Hilton Gonçalo (PDT) revela que esta realidade não é a mesma do município de Santa Rita, uma vez conseguiu reduzir em mais de 80% o déficit habitacional quando governou a cidade entre 2005 e 2012.

Placa anuncia que casas foram entregues à população com recursos próprios do município governado por Hilton, prova de que é possível fazer muito mesmo com pouco

Gonçalo afirma que implantou desde o primeiro ano de governo o programa “Nossa Casa”, através da Secretaria Municipal de Habitação de Santa Rita. Ao ser implantado, o programa que priorizava famílias que não dispõem de moradia construiu cerca de 3.000 imóveis populares, a maioria em comunidades rurais e em bairros da periferia da cidade.

O “Nossa Casa” beneficiou cerca de 9 mil famílias de baixa renda e que não tinham moradia digna. Ao finalizar seu mandato em 2012, o ex-prefeito informou que o programa atingiu a meta estipulada.

“Através da Secretaria Municipal de Habitação trouxemos dignidade para a nossa população. Ao chegar no governo estadual, criarei uma secretaria específica para tratar do assunto no Maranhão. Afinal, hoje temos 451 mil pessoas sem moradias dignas”, observou Hilton.

"Se fizemos tudo isso em Santa Rita com recursos próprios, no Governo do Maranhão podemos fazer muito mais", garante Hilton Gonçalo

Vale ressaltar que programa social de habitação desenvolvido em Santa Rita foi pioneiro no Maranhão, uma vez que mais de 65% das casas foram construídas com recursos próprios do Município, muito antes do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”. As demais construções tiveram parceria com a Caixa Econômica Federal, o Incra e o Banco Luso-Brasileiro.

Hilton Gonçalo disse ainda que sua meta foi construir o maior número de habitações (casas populares) possível em Santa Rita. “O programa ‘Nossa Casa’ foi idealizado por causa da necessidade de habitações tanto na sede quanto em comunidades rurais”.

Na edição do dia 29 de novembro de 2012, o jornal O Estado do Maranhão reconheceu o desenvolvimento social gerado pelo programa “Nossa Casa” e o trabalho intenso da Secretaria de Habitação, afirmando que “Santa Rita se destaca atualmente como um dos municípios que elevou a qualidade de vida dos moradores com a construção de casas”.

Sobre a pesquisa divulgada pelo Ministério das Cidades, entre os dez municípios brasileiros com os maiores valores de déficit habitacional, seis são do Maranhão. Entre eles estão: São Benedito do Rio Preto – MA (73,9%); Anapurus – MA (69,3%); Marajá do Sena – MA (68,2%); Matões do Norte – MA (60,9%); Mirador – MA (60,3%) e Aldeias Altas – MA (58,2%).

Sabedor dessa realidade, Hilton Gonçalo completou: “Se em Santa Rita fizemos tudo isso, no Maranhão podemos fazer muito mais. Afinal, existem recursos advindos do governo federal e em Santa Rita fiz apenas com recursos próprios. A nossa população merece moradias dignas. Vamos mudar a realidade do nosso estado”, finalizou o pré-candidato ao governo, defensor da "via alternativa" no Maranhão.

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Carlos Lupi e Hilton Gonçalo se reúnem para viabilizar candidatura própria do PDT no Maranhão

Cresce a possibilidade do PDT ter uma candidatura própria ao governo do Maranhão.

Por Hugo Freitas

O presidente do diretório nacional do PDT, Carlos Lupi, revelou que nos próximos dias estará se reunindo com Hilton Gonçalo (PDT) para discutir a viabilidade de sua pré-candidatura.

Segundo o dirigente da legenda trabalhista, ele recebeu com muita insatisfação a decisão de Flávio Dino (PCdoB) de ter quebrado o acordo firmado em 2012 dando a vaga de vice ao PSDB de Carlos Brandão e João Castelo, e, por isso, ainda está avaliando o caminho que a legenda trabalhista irá tomar no estado.

Lupi disse que conhece muito bem o ex-prefeito de Santa Rita, inclusive que chegou a fazer visitas ao município durante a administração do médico e empresário.

“O Hilton é um grande companheiro, conheço a sua capacidade administrativa, foi muito bem avaliado enquanto prefeito, é um excelente quadro do PDT e existe sim a possibilidade dele ser o nosso candidato a governador”, declarou Lupi.

Hilton disse que já está preparando uma nova viagem a Brasília para conversar com Carlos Lupi, mas preferiu não informar a data, pois quer primeiro concretizar as rodadas de reuniões com dirigentes partidários locais.

Com o crescimento da viabilidade do nome de Hilton Gonçalo ao governo do estado, a lacuna em aberto - certificada pelas pesquisas que apontam que mais da metade do povo maranhense não vota nas duas principais candidaturas postas até agora (Lobão Filho e Flávio Dino) - poderá ser preenchida, e com apoio popular.

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terça-feira, 27 de maio de 2014

Os "Lobos" articulam com Carlos Lupi para dar a vaga de vice ao PDT

Lobão (pai) e Lobão Filho podem fechar aliança com o PDT de Lupi no Maranhão

Por Hugo Freitas

O pré-candidato ao governo do estado, o senador Edison Lobão Filho (PMDB) articula, em Brasília, junto a Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, a concessão da vaga de vice-governador em sua chapa para a legenda trabalhista.

Segundo apurou o titular do blog, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), pai do senador, estaria também envolvido nas negociações, na tentativa de convencer o PDT de Lupi a embarcar na chapa governista.

Edinho Lobão confirmou, em entrevista, que está negociando para trazer o PDT para sua base de apoio. “Estamos negociando no sentido de trazer o PDT para que possa ocupar o que foi negado a eles na outra chapa. O PDT foi humilhado pelo candidato comunista no momento em que ele simplesmente ignorou todos os compromissos que haviam sido feitos escolhendo o candidato do PSDB para ser o vice”, declarou o peemedebista.

Isto explica, em parte, o fato da Executiva Nacional do PT ter rejeitado o nome indicado pelo PT maranhense para compor a chapa de "Lobinho", em busca de negociações mais "rentáveis" referentes à disputada vaga (entenda aqui).

O peemedebista quer aproveitar o momento de "baixa estima" do PDT no Maranhão, uma vez que o partido teve de engolir a quebra de acordo feita por Flávio Dino (PCdoB) nas eleições de 2012, que lhe assegurava a vaga de vice na chapa majoritária do comunista ao governo do estado, em favor do PSDB de Carlos Brandão e João Castelo, fato este que mais favoreceu Castelo do que fortaleceu Dino (leia aqui).

A declaração de Lobão Filho em favor do PDT, portanto, põe mais fogo na "guerra de nervos" travada entre comunistas e pedetistas no Maranhão.

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Onde foi parar o protagonismo do PDT no Maranhão?


Por Hugo Freitas

O Partido Democrático Trabalhista (PDT/MA) tenta se "reerguer" e ocupar o lugar de protagonismo que um dia foi seu no cenário político maranhense depois do "golpe" que sofreu pelos comunistas, que cederam a vaga de vice na chapa de Flávio Dino (PCdoB) aos tucanos, descumprindo o acordo firmado com os pedetistas.

O partido de Brizola governou a capital São Luís, a maior cidade do estado, por diversas oportunidades, e de 2007 a 2009 governou o Maranhão com Jackson Lago (falecido em abril de 2011).

Além dessas experiências político-administrativas, o PDT conta com a maior militância partidária do estado. Com isso, o partido tinha tudo para ser novamente protagonista nas eleições de 2014, com a expectativa de que o acordo celebrado em 2012 fosse cumprido em 2014 e a vaga de vice-governador na chapa de Flávio Dino fosse confirmada aos pedetistas.

Mas eis que chega o PSDB de João Castelo e Carlos Brandão, lhe afanam a vaga de vice "aos quarenta e cinco do segundo tempo" e o partido tem de engolir uma situação humilhante e vexatória: ser colocado como coadjuvante no "consórcio da oposição dinista".

Logo o PDT, o único partido que conseguiu a "proeza" de ter um candidato vitorioso sobre a famigerada "oligarquia Sarney", nas eleições de 2006.

Hilton Gonçalo (PDT) aguarda a decisão de Carlos Lupi para ser confirmado como pré-candidato ao governo do estado

Agora, a decisão sobre os rumos da sigla trabalhista no Maranhão cabe única e exclusivamente ao presidente nacional do partido, Carlos Lupi, que já sinalizou posição favorável à candidatura de Hilton Gonçalo ao governo do estado (confira aqui).

Uma vez que Flávio Dino não cumpriu o acordo firmado com o PDT em relação à vaga de vice, os pedetistas deveriam se sentir livres de qualquer obrigação para com os comunistas, tal como fez o prefeito tucano de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), que se aliou à candidatura dinista depois da saída de cena do governista Luís Fernando.

Mas há quem diga que o partido da rosa vermelha irá se rebaixar novamente e aceitar uma nova condição imposta pelos comunistas, que é de ficar com uma das vagas de suplência para o Senado.

Muito pouco para uma legenda da envergadura política do PDT, que nem de longe lembra em 2014 os "tempos áureos" em que seu histórico de lutas junto aos movimentos sociais maranhenses lhe conferiam prestígio e poder de decisão e influência sobre a classe política local.

Afinal, onde foi parar o protagonismo político do PDT?

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PDT a caminho de uma candidatura própria no Maranhão

Chico Leitoa, vice-presidente da legenda trabalhista, confirma que Carlos Lupi é favorável à candidatura de Hilton Gonçalo ao governo do estado

O vice-presidente do PDT no Maranhão, o ex-deputado estadual Chico Leitoa, revelou através de um artigo divulgado à imprensa que o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, defende com veemência o lançamento de uma pré-candidatura própria ao governo do estado e no caso seria o nome de Hilton Gonçalo.

"O presidente Nacional do PDT reagiu e reage de forma veemente à não participação do partido na chapa majoritária. Por ele, o PDT partiria com candidatura própria no primeiro turno, até porque o partido tem um pretendente (Hilton Gonçalo) com potencial", revelou.

A declaração de Chico Leitoa evidencia o sentimento da Executiva Nacional que busca fortalecer a legenda trabalhista no Maranhão. Hilton Gonçalo, que tem colocado seu nome para a disputa de governador, apresenta a tese que o partido pode perder sua representatividade no estado, caso acabe coligando no chapão oposicionista (entenda aqui).

O presidente Carlos Lupi parece ter concordado com a análise do ex-prefeito de Santa Rita, tanto que tomou para si a responsabilidade de definir o futuro do Maranhão.

No entanto, uma reunião que estava prevista para esta segunda-feira (26), em Brasília, foi cancelada e não há previsão de uma nova rodada de negociações, o que sinaliza que o PDT deve estar correndo contra o tempo para garantir mais apoios ao lançamento de uma candidatura própria no Maranhão.

Dessa forma, Hilton Gonçalo segue a passos largos para garantir seu nome na disputa pelo comando do Palácio dos Leões, que já conta com apoio de prefeitos e vereadores de várias regiões do estado.

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terça-feira, 20 de maio de 2014

PDT pode ser "engolido" e ficar sem deputado federal no Maranhão se integrar o "consórcio dinista"

O pedetista Hilton Gonçalo acredita que seu partido pode ser "engolido" no chapão oposicionista

Pré-candidato ao governo do estado, o empresário e ex-prefeito de Santa Rita Hilton Gonçalo (PDT) vem conversando com membros do seu partido e evidenciando, a cada dia, que caso a legenda escolha por fazer parte do chapão oposicionista, mais uma vez ficará sem representantes na Câmara Federal.

Atualmente, o único pedetista maranhense no Congresso Nacional, o presidente estadual da legenda trabalhista Weverton Rocha, só assumiu o mandato após a saída de Edivaldo Holanda Júnior (PTC) para a disputa da Prefeitura de São Luís, em 2012. Caso contrário, o mesmo ainda seria suplente.

“O PDT pode ficar sem deputado federal no Maranhão mais uma vez. Basta analisar e fazer as contas. Hoje temos cinco potenciais pré-candidatos ao cargo, mas podemos acabar sendo engolidos”, declarou o pré-candidato.

Hilton lembra que, em 2010, o PDT superou os 160 mil votos na disputa para deputado federal, mas não elegeu nenhum candidato. Já o PTC, que teve pouco mais de 113 mil votos, acabou emplacando um parlamentar.

“Uma candidatura própria eleva as chances de elegermos até dois deputados federais. Se o partido entrar no chapão [oposicionista dinista], ficaremos sem nenhum representante”, argumenta. O pedetista diz que trabalha com números e vai mostrar isso ao presidente nacional do partido, Carlos Lupi.

Hoje o PDT tem Weverton Rocha, Deoclides Macedo, Julião Amim, Rosangela Curado e Edson Vidigal como fortes candidatos na disputa por uma vaga na Câmara Federal. Mas caso integre o "consórcio da oposição dinista", pode acabar mais uma vez sem representação.

De acordo com Hilton Gonçalo, a prioridade no momento de Carlos Lupi é eleger deputados federais, uma vez que o partido perdeu nove parlamentares para os recém-criados PROS e SDD. “Devemos fortalecer o partido. Lupi tem passado essa missão para nós e podemos fazer isso através da nossa candidatura”, completou.

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

"AGORA É A HORA DO PDT MOSTRAR SUA FORÇA", afirma o pré-candidato ao governo Hilton Gonçalo

"Temos a maior militância do estado no campo da oposição. Não podemos nos desvalorizar dessa forma”, asseverou o pedetista

O pré-candidato ao governo pelo PDT, Hilton Gonçalo, ainda não desistiu da possibilidade de colocar o seu partido em um papel de protagonismo na eleição deste ano.

Defensor ferrenho da tese de candidatura própria, o ex-prefeito de Santa Rita garante que os pedetistas não irão desistir assim tão fácil da possibilidade de lançar um nome para a disputa do governo.

Hilton Gonçalo reafirmou que permaneceu no partido por conta da promessa de que se a legenda não indicasse o nome da vaga de vice-governador ele teria espaço garantido na disputa majoritária. Agora, ele exige internamente o cumprimento desse acordo, o qual acredita que será cumprido.

“Eu não trabalho com a hipótese de descumprimento do acordo. A gente tem algumas reuniões ainda. Esse anúncio do PSDB como componente da chapa é recente. Estamos em período de negociações. Quero apenas o cumprimento do que foi acordado. Eu quero lançar minha pré-candidatura ao governo”, ressaltou.

Para Hilton, a exclusão do PDT do "chapão oposicionista" por Flávio Dino, que deu a vaga de vice para o deputado federal Carlos Brandão (PSDB), serve como um sinal para que a legenda trabalhista volte a "mostrar sua força" no cenário político maranhense.

“Já é evidente que Flávio Dino rompeu o acordo firmado com o partido ainda em 2012. Agora é a hora do PDT mostrar sua força. Temos a maior militância do estado no campo da oposição. Não podemos nos desvalorizar dessa forma”, argumentou.

O pedetista diz que a legenda possui bons nomes para a disputa e que, inclusive, a proposição partiu da própria direção nacional, uma vez que o presidente da legenda trabalhista, Carlos Lupi, fez parte da rodada de negociações em torno do acordo.

“A gente reivindica que o partido tenha candidatura, inclusive outros nomes do partido também já entraram em pauta, que têm condições de disputar, mas hoje eu sou o que melhor pontua nas pesquisas internas. O próprio presidente nacional, Carlos Lupi, reforçou as negociações”, lembrou o pedetista.

Mesmo levando em consideração o desejo de ser o pré-candidato ao governo pelo PDT, Gonçalo reafirma que essa decisão está a cargo da direção nacional do partido.

“A gente já conversou com Carlos Lupi e ele disse com essas palavras: ‘Tudo que foi acordado deve ser cumprido’. Mas temos a resolução do partido que diz que quem decide é a nacional, por isso aguardamos qual será a direção nacional”, disse.

A respeito da eleição proporcional, Hilton Gonçalo acredita que será prejudicial para a legenda, caso permaneçam no consórcio da "oposição dinista".

“O PDT hoje tem apenas dois deputados estaduais e um federal. Eu acredito que se a gente for para o ‘chapão’ a gente vai sair bastante diminuído no processo eleitoral”, afirmou.

A viabilidade

Apesar da competitividade acirrada entre os dois principais pré-candidatos ao governo do estado, o pedetista acredita que há possibilidades e viabilidade para a propositura de uma candidatura alternativa.

Essa teoria de Gonçalo é oriunda, principalmente, de sondagens feitas por ele que demonstram um grande espaço ainda a ser trabalhado.

“A gente tem dados, pesquisas que demonstram que existe espaço para uma via intermediária. Cerca de 20 a 30% da população está querendo anular o voto. E quase 70% da população está indecisa ainda. Quando chegar um candidato diferente dos propostos, ele é capaz de captar esses votos”, defende Hilton.

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quinta-feira, 1 de maio de 2014

HILTON GONÇALO E A "VIA ALTERNATIVA" NO MARANHÃO


Por Hugo Freitas

O ex-prefeito de Santa Rita, o empresário Hilton Gonçalo (PDT) tenta se cacifar para entrar de vez na disputa pelo comando do Palácio do Leões como uma "Via Alternativa", como ele mesmo define, às duas principais candidaturas postas: Lobão Filho (PMDB) pelo governo e Flávio Dino (PCdoB) pela "oposição".

Mas isso vai depender do resultado de uma reunião que acontece na próxima terça-feira (06), em Brasília, entre os dirigentes do PDT maranhense e o presidente nacional do partido, Carlos Lupi. Gonçalo foi convidado para discutir a candidatura própria no Maranhão.

O convite surgiu após uma reunião, no Rio de Janeiro, semana passada, entre Flávio Dino e Carlos Lupi, da qual o dirigente pedetista saiu bastante insatisfeito ao ter a certeza de que o PSDB indicará o vice-governador na chapa do candidato comunista, quebrando assim um acordo celebrado entre Flávio e o PDT dois anos atrás.

Na eleição municipal de 2012, Dino teria prometido a vaga de vice ao PDT na disputa estadual de 2014 em troca do apoio a Edivaldo Holanda Júnior (PTC). Agora, os pedetistas exigem o cumprimento desse acordo, com a ameaça de ruptura com o consórcio dinista e o lançamento de uma candidatura própria.

E as ameaças vêm tomando contornos mais nítidos à medida que se aproxima a data de anúncio oficial da entrada do PSDB no "chapão" oposicionista (dia 09 de maio, com a vinda do presidenciável Aécio Neves a São Luís), onde deverá ser confirmado o nome do presidente do tucanato maranhense, o deputado federal Carlos Brandão, como vice-governador de Flávio Dino.

Diante desta situação, o PDT está reavaliando sua posição e deve mesmo optar pelo caminho de uma candidatura própria no estado, decisão que tende a se tornar ainda mais viável com a desistência da corrida aos Leões de Eliziane Gama (PPS), que também pulou para o barco da oposição dinista, abrindo mão de ser a protagonista no processo catalizador do alto índice de rejeição/indecisão do eleitorado maranhense, apontado nas pesquisas em relação aos dois principais candidatos.

Contudo, antes do encontro do PDT em Brasília, ocorre em São Luís, na próxima segunda-feira (05), uma reunião com os pré-candidatos a deputado estadual e federal do partido, para que estes emitam seu posicionamento sobre os ganhos e perdas referentes às eleições proporcionais e à coligação majoritária. O resultado do encontro será levado ao conhecimento do presidente Carlos Lupi.

De acordo com Hilton Gonçalo, cerca de 90% dos membros do partido são favoráveis a uma candidatura própria, caso o PDT não receba o direito de indicar o vice-governador. “A minha intenção de candidatar ao governo sempre existiu, mas agora ganha mais força, uma vez que o acordo firmado ainda em 2012 com o partido não foi cumprido”, afirmou.

Gonçalo entende que o partido só tem a ganhar com o lançamento de uma candidatura própria. “Com um candidato próprio, a nossa possibilidade de eleger deputados federais aumenta. Vou mostrar isso a meu partido. Temos que dar o papel de protagonismo ao PDT, respeitar o legado deixado por Jackson Lago”, completou o pedetista.

Trocando em miúdos, o PDT deixa claro que não se contentará com as "sobras" do banquete ofertado por Flávio aos tucanos. Ao mesmo tempo, o partido trabalhista dá um "tiro no pé", pois ao vincular sua decisão de candidatura própria a uma quebra de acordo por parte de Dino diz com todas as letras que sua "Via Alternativa" é meramente interesseira e oportunista.

Nada muito diferente de Eliziane Gama e sua corrompida "Terceira Via".

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