terça-feira, 3 de abril de 2012

PREFEITO JOÃO CASTELO RECEBE ALTA


FAMÍLIA RIBEIRO GONÇALVES

Nota de agradecimento

A família Ribeiro Gonçalves agradece a solidariedade, a fé e o carinho dos inúmeros amigos maranhenses que, por meio de mensagens, telefonemas e muitas outras manifestações espontâneas, pediram a Deus pelo pronto restabelecimento da saúde do Prefeito João Castelo. Ele recebeu alta do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, no final da tarde desta segunda-feira, dia 2 de abril, e deve permanecer em repouso durante toda a semana da Páscoa.

São Paulo (SP), 02 de abril de 2012.

O EMPREGO DOS SONHOS: DEPUTADOS DECRETAM PARA SI PONTO FACULTATIVO NESTA "QUARTA-FEIRA SANTA"


Algum leitor já ouviu falar na "Quarta-Feira Santa"? Até onde se sabe, a tradição católica brasileira reza que o ponto facultativo durante a Semana Santa, em celebração à Páscoa (que marca a Ressurreição de Jesus Cristo, segundo a Bíblia cristã) é na Quinta-Feira, também intitulada de "Santa". E que o feriado religioso, de fato, reconhecido legalmente no Brasil, é na "Sexta-Feira da Paixão", dia em que se celebra a entrega da vida de Jesus pela remissão dos pecados do mundo.

Mas nunca este vosso interlocutor, prezado leitor, ouviu falar na "Quarta-Feira Santa". Pelo menos, até agora.

A Assembleia Legislativa do Maranhão, "A Casa dos Nobres" na qual imperam "Os Abutres do Povo" (VEJA AQUI), decretou ponto facultativo para os funcionários e parlamentares nesta quarta-feira, amanhã (04), intitulando a data de "santa" também.

Os imaculados parlamentares, que tanto trabalham durante o ano inteiro, gozando de super salários, inclusive além do que a maioria dos trabalhadores têm direito (VEJA AQUI), decidiram antecipar para si a folga do fim de semana, tecendo um "feriadão" com um dia a mais do que os demais servidores públicos terão para usufruir.

Este é, sem dúvida, o emprego dos sonhos de muita gente, no qual se pode aumentar seu próprio salário anualmente a seu bel-prazer, desfrutando-se de duas férias por ano, cujas atividades começam somente depois do carnaval e se encerram um mês antes do Natal, onde se têm todas as contas pagas pelos cofres públicos (desde a linha telefônica, passando pelo combustível de seus veículos, indo às despesas de orgias sexuais nos mais luxuosos motéis do Estado, até chegar nas próprias vestimentas que os ilustres deputados utilizam, sem considerar os super faturamentos de obras, de onde os parlamentares geralmente retiram sua "mais-valia", aumentando seu "pé-de-meia".

Além disso, se pode desfrutar de viagens e passeios com todas as despesas pagas pelo bolso e pelo suor do trabalhador que recebe, na maioria, um salário mínimo, e que ainda têm de conviver constantemente com a falta d'água nas torneiras, com seus filhos sem aula e com hospitais abarrotados, carecendo de médicos e de medicamentos.

Não é à toa que muitos dos que entram na política no Maranhão lutam, de todas as formas, para desfrutar de todas essas benesses, inclusive inventando tradições, como essa famigerada "Quarta-Feira Santa".

Hugo Freitas

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O "ÁRDUO TRABALHO" DE "JORNALISTA-BLOGUEIRO" NO MARANHÃO: CÓPIA DE RELEASE



É incrível como existem blogueiros no Maranhão que não tem o mínimo de vergonha de se apropriar de textos alheios como se seus fossem.

Pior, dão CTRL+C e CTRL+V descaradamente em releases enviados pelas assessorias de comunicação dos órgãos do Estado e sequer mencionam a fonte, dando a entender a seus leitores que o texto é próprio.

Ao omitirem a fonte, estes "jornalistas-blogueiros" reivindicam tacitamente para si a autoria de algo escrito por outra pessoa.

Basta comparar alguns blogueiros e verificar que o texto publicado em um é CÓPIA FIEL do que está publicado em outro, reproduzindo na íntegra releases (textos elaborados pelas assessorias de comunicação sobre as ações dos órgãos assessorados, geralmente de relevância social, e enviados para veículos de imprensa para divulgação) de entidades sem creditar a autoria do texto à fonte original.

E ainda se intitulam JORNALISTAS!!!

Compare e comprove:








domingo, 1 de abril de 2012

PASSADO PRESENTE: 30 ANOS DA GUERRA DAS MALVINAS E TENSÃO ENTRE ARGENTINA E INGLATERRA PERSISTE


Argentina lembrará nesta segunda-feira (02) o 30º aniversário da guerra com o Reino Unido nas Malvinas, em meio a tensões com Londres pelo velho litígio de soberania das ilhas, situadas no Oceano Atlântico.

A comemoração reivindicativa da soberania nas Malvinas (Falklands, em inglês), demanda que une todos os partidos políticos da Argentina, começará na noite deste domingo (01) com uma passeata iluminada com tochas pelo centro de Buenos Aires.

A caminhada será seguida por uma vigília no "Monumento aos Caídos", erguido na Praça San Martín, no norte da cidade, em homenagem aos 649 mortos argentinos no conflito com os britânicos. Atos similares se repetirão em outras grandes cidades do país.

Uma caravana de veteranos da guerra que partiu há semanas da localidade da Quiaca, no extremo norte do país e fronteira com a Bolívia, concluirá amanhã (02) o percurso de 5 mil quilômetros com sua chegada à cidade Ushuaia, onde a presidente argentina, Cristina Kirchner, liderará o ato central de lembrança dos 30 anos do conflito.

Acompanhada pelo alto escalão de seu Governo, Cristina vai inaugurar um memorial com a "Chama Eterna" para lembrar os mortos na guerra na "Praça Ilhas Malvinas", de Ushuaia, a cidade mais austral do mundo e capital da província da Terra do Fogo, cuja jurisdição abrange o arquipélago em disputa com o Reino Unido.

Ao calor da ofensiva diplomática desdobrada nos últimos anos pela Argentina, a União de Nações Sul-americanas (Unasul) pedirá nesta segunda-feira à ONU que "promova o diálogo" entre argentinos e britânicos para dirimir a soberania das ilhas, negociação à qual o Reino Unido se opõe taxativamente.

A Guerra das Malvinas explodiu em 2 de abril de 1982, quando 900 soldados argentinos desembarcaram em Puerto Argentino (Port Stanley para os britânicos), a capital das ilhas situadas a 740 quilômetros ao leste do litoral sul-americano, e expulsaram as autoridades britânicas.

Historiadores analisam que o conflito serviu para que o Governo conservador de Margaret Thatcher recuperasse a popularidade entre os britânicos, enquanto na Argentina se constituiu no princípio do fim de uma cruel ditadura militar (1976-1983).

Em 30 de março de 1982, quando os navios de guerra argentinos viajavam em direção às Malvinas, o rachado regime liderado pelo então general Leopoldo Galtieri havia reprimido com violência uma greve e uma passeata pacífica em direção à Praça de Maio, em frente à sede do Governo, para reivindicar o retorno da democracia.

O mesmo passeio histórico onde Galtieri havia sido aclamado em manifestações populares foi palco de grandes distúrbios em 14 de junho de 1982, quando as tropas argentinas se renderam às britânicas.

O que para a Argentina - de 40 milhões de habitantes - é "a façanha das Malvinas", é lembrado nas ilhas - de 3 mil habitantes de origem inglesa - como "o dia da invasão", que deu passagem a uma guerra que causou a morte de três "kelpers" (malvinenses) e 255 soldados britânicos.

A Argentina reivindica que o Reino Unido cumpra uma resolução do Comitê de Descolonização das Nações Unidas (ONU) que em 1965 opinou que as Malvinas são um enclave colonial britânico e convidou às partes a negociar a soberania das ilhas levando em conta os interesses da população, de origem inglesa.

Nas últimas semanas, argentinos e britânicos elevaram o tom de suas acusações em um conflito que data de janeiro de 1833, quando tropas inglesas ocuparam as ilhas e expulsaram a população argentina.

Argentina redobrou as pressões para frear explorações de pesca e de petróleo em torno das Malvinas e conseguiu que os países sul-americanos decidissem impedir o ingresso aos seus portos de navios com bandeira das ilhas ou de guerra britânicas.

Recentemente, o Reino Unido enviou às Malvinas o destróier mais moderno da Marina Real e o príncipe William para tarefas de formação militar.

Para entender melhor o que foi a Guerra das Malvinas e quais os seus desdobramentos, além da visualização de fotos do conflito, dados estatísticos e mapas, dentre outras informações, clique AQUI.

"RESTART É A MELHOR BANDA DE ROCK DO MUNDO", DIZ REVISTA ROLLING STONE



Uma notícia agitou o mundo do rock esta semana. A Revista Rolling Stone, especializada no gênero musical, preparou uma edição especial para este mês de abril onde afirma em sua matéria de capa, em letras garrafais: "RESTART É A MELHOR BANDA DE ROCK DO MUNDO".

Não se assuste, leitor. Passada a euforia risonha desta nota inicial, justificada por este 1º DE ABRIL, DIA DA MENTIRA, passemos à notícia verdadeira.

O vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, foi entrevistado esta semana pela revista “Sexy” e falou sobre os meninos da banda Restart. Segundo ele, o grande problema da banda teen são as letras.


Dinho Ouro Preto em entrevista à revista Sexy: "O problema do Restart são as letras".


“Cara, o problema do Restart são as letras. E eles não têm como desculpa a juventude, porque, quando tínhamos a idade deles, era nossa época mais radical”, declarou o cantor, salientando que não gostaria de falar mal das novas gerações.

Entre as bandas que gosta e destaca atualmente, ele cita: Vivendo o Ócio, de Salvador, e Selvagens à Procura de Lei, de Fortaleza.

Porém, ao responder se Restart representa o rock da atualidade, ele diz: “Nos anos 80, teve a nossa geração. Nos 90, tinha Raimundos, O Rappa, Charlie Brown Jr. No começo do século 21, tinha de novo Capital, Pitty, NXZero... Agora o rock é deles? Não pode ser”, soltou.

Nessa linha de "notícias boas" sobre os coloridos, a produtora Paranoid Filmes confirmou no último dia 24 que o longa "Restart - O Filme 3D" foi oficialmente cancelado.

A produção contaria a história individual dos integrantes da banda, Pe Lanza, Pe Lu, Koba e Thomas, e como eles decidiram montar o grupo que, mais posteriormente, criaria um novo gênero musical, chamado Happy Rock (Rock feliz). A produtora negou ainda qualquer problema com a banda.

No mínimo, Dinho foi bastante simpático com os meninos do Restart. Dizer que o problema da banda reside apenas na questão das letras foi muita gentileza do vocalista do Capital Inicial.

Sem entrar no mérito das gerações, já que a geração do Capital foi entremeada por um regime militar e pela reabertura democrática no país, no qual as bandas de rock surgiam com o ímpeto de expor os gritos da juventude e a situação política do Brasil, os coloridos do Restart são subprodutos do mercado fonográfico nacional atual, forjados pelas gravadoras para um público de adolescentes cada vez mais despolitizados, que consomem congêneres como Cine, Fresno, NXZero e se acotovelam para ver o novo filme da "Saga Crepúsculo".

Basta observar o folder de divulgação do cancelado filme sobre o arco-íris Restart que o leitor poderá compreender (e comungar) dessa singela, mas sincera, opinião.

Hugo Freitas