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sábado, 13 de setembro de 2014

CASTELO: ENTRE A PROTEÇÃO POLÍTICA E A FALTA DE JUSTIÇA NO MARANHÃO

Castelo (PSDB) deixou de pagar "intencionalmente" os servidores de São Luís

Por Hugo Freitas

Quando prefeito de São Luís (2009-2012), no último mês de mandato, João Castelo (PSDB) deixou de pagar "intencionalmente" os servidores do município. É o que afirma o Ministério Público Estadual, que se manifestou sobre denúncia contra o então prefeito tucano sobre o não pagamento de salários dos servidores.

Na época, CASTELO DEIXOU DÍVIDA MONUMENTAL DE QUASE UM BILHÃO DE REAIS (cerca de R$ 800 milhões) para a atual gestão.

O tucano perdeu as eleições municipais de 2012 para Edivaldo Holanda Júnior (PTC). Depois de ter anunciado sua "aposentadoria" (CONFIRA AQUI), hoje ele é candidato a deputado federal nestas eleições.

No entendimento dos promotores de justiça João Leonardo Sousa Pires Leal e Lindonjonson Gonçalves de Sousa, que assinam o documento, a conduta do então prefeito ignorou o caráter de verba alimentar que é o salário, essencial à subsistência do trabalhador.

“Salta aos olhos, quando se comprova que o salário, ou seja, a verba alimentar dos servidores, justamente no mês de dezembro, em que os gastos são superiores no seio familiar, não foi pago porque os recursos foram alocados para outros setores, sobretudo, para o pagamento de fornecedores”, avaliam.

A análise técnica da Controladoria Geral do Município, no Relatório Parcial de Auditoria n° 01/2013, que analisou as movimentações financeiras do Município de São Luís no período de 17 a 31 de dezembro, apontou que “os recursos que ingressaram nos cofres municipais e a destinação dos mesmos deixam claro que não foi reservado, INTENCIONALMENTE, o dinheiro necessário para o pagamento dos servidores públicos, uma vez que houve desnecessário pagamento a fornecedores em período vedado e FLAGRANTE DESOBEDIÊNCIA À LEGISLAÇÃO.

A folha de pagamento do Município em dezembro de 2012 totalizava R$ 45.851.742,94. De acordo com a análise realizada, havia cerca de R$ 40 milhões nas contas da Prefeitura, que poderiam ter sido destinados ao pagamento de salários. “Ou seja, quase 90% do valor estaria quitado, não fosse o DESCASO do administrador público na gestão de recursos”, observaram os promotores de justiça.

Vale acrescentar ainda que o fato de Castelo não ter pago intencionalmente os salários dos servidores municipais no fim de seu mandato pode ser lido como um claro sinal de que o tucano pretendia criar dificuldades à gestão do prefeito Edivaldo, que o derrotou nas urnas, demarcando pela primeira vez na história política recente a não reeleição de um prefeito da capital maranhense.

Castelo goza da "proteção política" de seus aliados

Por essas e muitas outras, é inadmissível que João Castelo ainda esteja livre para disputar novamente um cargo eletivo. Se o Maranhão fosse um Estado sério, o ex-prefeito tucano era para estar pagando na Justiça por todos os seus "pecados"!!!

Mas como o desejo de poder de poucos tem mais força do que a vontade da imensa maioria da população de se vê gestores públicos pagando por seus crimes, Castelo conta com a conivência de determinados candidatos, inclusive de postulantes ao cargo de governador do Maranhão - que se sentem "honrados" em tê-lo em seu palanque, interessados que estão no "curral eleitoral" do tucano - para se perpetuar no poder e gozar dos benefícios que pode usufruir, principalmente o de "foro privilegiado" e de "proteção política" de seus aliados.

Em outras palavras, seja como deputado federal (se eleito), seja como aliado do líder das pesquisas de intenções de voto na corrida pelo Palácio dos Leões, posição esta que pode lhe render uma "polpuda" Secretaria numa eventual vitória de Flávio Dino, João Castelo continuará sendo uma ameaça aos cofres públicos e ao dinheiro do povo maranhense, com o agravante de gozar da proteção e conivência de seus pares da "mudança" e da falta de Justiça contra figuras políticas no Maranhão.

Afinal, "Justiça" no Maranhão é só para pobres e negros. Para os políticos, as "honras"!!!

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Uma política voltada para a juventude do Maranhão

Wellington do Curso intensifica campanha junto aos jovens maranhenses

Por Hugo Freitas

O candidato a deputado estadual, Wellington do Curso (PPS), a cada dia vem fortalecendo o seu compromisso com os jovens maranhenses, despertando o interesse daqueles que antes estavam desacreditados com o cenário político atual e conquistando a simpatia de muitos que ainda alimentam a esperança de se ter um bom representante no Parlamento estadual.

Isso fica nítido na campanha "corpo a corpo" que Wellington vem realizando junto aos estudantes maranhenses, sejam secundaristas, alunos de cursinhos, preparatórios para concursos ou mesmo universitários. As ações do candidato voltadas para a juventude, entre elas palestras e panfletagens em instituições de ensino, contam sempre com um bom volume de colaboradores, voluntários e, principalmente, o feedback dos jovens.

Wellington pretende legislar com foco na criação de mais oportunidades de estudo e trabalho para a juventude maranhense

É o caso do estudante Junior Lima, que ao assistir a uma palestra de Wellington percebeu nele a atitude e o compromisso necessários para estimular a conscientização política e o aumento da participação dos jovens no processo eleitoral, que definhou nos últimos anos por conta dos inúmeros casos de corrupção dos governos que aí estão e que, por isso mesmo, se revigoraram com as manifestações de rua que sacudiram o país em junho de 2013.

“É incontestável deixarmos de falar ou vivenciar a política, pois ela, por mais problemática que seja ou esteja, representa a história de cada um de nós e é uma paixão contagiante, pois estimula nossa esperança, nos fazendo acreditar em dias melhores”, argumentou o estudante.

Tal como a juventude que busca conquistar a cada dia mais espaço na sociedade, assim vem fazendo o professor e empresário Carlos Wellington, o "Wellington do Curso", que decidiu entrar na política não para ser mais um simples candidato, mas por acreditar e defender ideais plausíveis que visam o bem da coletividade.

De origem humilde, Wellington destoa da maioria dos candidatos a uma vaga na Assembleia Legislativa, justamente por não ser filho de políticos, nem apadrinhado por famílias de políticos, como parece ser a regra geral na política estadual.

A trajetória de vida do candidato a deputado pelo PPS confirma essa prerrogativa tácita do jogo eleitoral maranhense ao se constituir como uma rara exceção, o que legitima ainda mais o seu discurso de "um novo jeito de fazer política", uma vez que pretende legislar com foco na defesa e criação de mais oportunidades de estudo e trabalho para a juventude, fomentando assim o despertar de novos agentes políticos no cenário regional.

"Em nome da renovação, da boa e nova política, com responsabilidade, ética, respeito ao próximo e com o olhar voltado para o futuro, estamos dando passos largos em direção a um Maranhão melhor", garantiu Wellington do Curso.

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Castelo recebe apoio de vereadores de São Luís na disputa pelo Senado

Vereadores da capital declaram apoio à pré-candidatura de Castelo (PSDB) ao Senado

Por Hugo Freitas

O ex-prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB) decidiu "cair de cabeça" na sua pré-candidatura ao Senado Federal.

Em encontro realizado neste fim de semana, Castelo reafirmou sua intenção de disputar a vaga de senador. Na ocasião, o tucano recebeu o apoio de dez vereadores de São Luís.

O evento foi organizado pelo presidente da Câmara Municipal, Isaías Pereirinha (PSL), responsável por mobilizar os edis.

Entre os presentes, estavam os vereadores: José Joaquim, Chaguinhas, Barbosa Lages, Sérgio Frota, Manoel Rego, Marlon Garcia, Ricardo Diniz, Nato e Alencar Gomes. Os vereadores Gutemberg Araújo, Josué Pinheiro e Chico Carvalho justificaram suas ausências, mas pediram para anunciarem seu apoio ao ex-prefeito.

Ao que parece, Castelo preferiu "bicar" de vez a candidatura de Roberto Rocha (PSB), o "ungido" pela "oposição dinista" para ser o candidato único ao Senado. Como o tucano é o líder de todas as pesquisas já realizadas até aqui para a cadeira da "Câmara Alta", ele entende que o nome do socialista não será páreo para freá-lo.

E ainda duvidaram deste humilde "escriba" quando afirmou que os tucanos dariam muita dor de cabeça para os comunas e seus aliados (confira aqui).

Em breve, um post mais detalhado sobre esse ângulo de visão analítica.

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